Odeio admitir quando estou errada, mas admito, odeio brigar com aquela pessoa especial, mas ninguém é perfeito, odeio saber que ele está triste por motivos obvios, odeio o fato dele não me deixar ajudar.
Eu não sinto pena, eu não quero seu mal 'pô', ele nem me conhece. Em meses de amizade trasnformada numa coisa que chamamos de coisa sem nome, ele não sabe nem o que sou, nem como sou, nem nada.
Será mesmo que eu faria tudo o que ele disse que eu faria? Será que eu seria tão cruel a esse ponto? Eu consigo ser amiga dele, mas sera que ele consegue ser meu?
São perguntas que eu sei as respostas e esse não é o total problema e sim o fato de haver essas tantas perguntas voando em minha mente.
Cansei de ser o ombro, casei de ver tudo de outro jeito, cansei de não ser ela. Como ele diz: eu sou a Júlia, muito mais madura do que ela, mas então porque ele... Tem explicação?
Ele me mostrou coisas que eu nunca tinha imaginado, ele me disse coisas que eu nunca havia escutado antes, ele me fez gostar do que eu nunca tinha gostado, ele me fez gostar dele.
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