domingo, 13 de fevereiro de 2011

Nicolas de Deus

Nossa, nunca pensei que iria relembrar um passado tão marcante por esses dias. Não esse passado.

A farça se fez necessária para não precipitar as coisas, para não magoar, para a vergonha não se fazer presente depois de tanto tempo. Quanta falta fez ficar longe por um ano e tantos meses, como marcou a lembrança de um passado tão recente, tão vivo na mamória. A culpa e a vergonha fizeram o favor de me consumir por hoje, mas junto delas, veio a alegria de saber que sempre tem um começo.

O presente é o ato de piscar os olhos, pode ser prolongado quando seguramos o ar por mais tempo que o necessário e se acaba quando fechamos os olhos ao dormir, esse presente que camamos de instante foi o mesmo que nos uniu novamente e não sei por quanto tempo. Mas ai já é trabalho do futuro, não?

Talvez eu não tenha me esquecido de nada, ou talvez eu não lembre de muito, mas tem uma coisa que eu jamais irei esquecer: você, Nicolas de Deus

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